Hepatite

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Amor e Solidariedade

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A ABPH é uma entidade formada nos valores do AMOR e da SOLIDARIEDADE.

Com isso, em dois anos de atuação tornou-se a maior associação de Hepatite do Brasil.

Todo o seu trabalho é voluntário e gratuito aos portadores.

 

Diretores: Humberto Silva (presidente)  e Alexandre Almeida Ferreira

Endereço para exames: Av. Brigadeiro Luís Antonio, 2344 , 7º. Andar. São Paulo –Sp  tel 11 251-1888

Contadores Responsáveis: PriceWaterhouse Coopers.

 

1.      CRISTO ILUMINADO PELAS HEPATITES – 1° VEZ

  
   

Escoceses descobrem fator que pode levar à cura da Cirrose e outras doenças do fígado.

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Estimular a produção de células pode ajudar a tratar doenças do fígado

Universidade de Edimburgo

Cientistas, ao realizar diversas pesquisas procurando descobrir como o fígado faz para se regenerar , acabaram por descobrir informações importantes, que podem ajudar a desenvolver medicamentos para tratar doenças do fígado.
Pesquisadores do Medical Research Council (MRC) Centro de Medicina Regenerativa da Universidade de Edimburgo descobriram como melhorar a produção de células-chave necessárias para reparar o tecido do fígado danificado.
O estudo, publicado na revista Nature Medicine, pode ajudar a curar fígados afetados por doenças como a cirrose ou hepatite crônica.
Os cientistas foram capazes de desfazer o processo de como as células diferentes no fígado são formadas.
Quando o fígado sofre danos , ele produz células biliares em número elevado condutas e , mas, um número insuficientes de células chamadas hepatócitos, que o fígado precisa para reparar o tecido danificado.
Eles descobriram que podiam obter a desintoxicação e regeneração do fígado se aumentassem o número de células de hepatócitos – estimulando a sua produção, em vez de células biliares.
Entender como as células do fígado são formadas podem ajudar a desenvolver drogas para incentivar a produção de hepatócitos para reparar o tecido do fígado. Isso pode, eventualmente, aliviar a pressão sobre listas de espera para transplantes de fígado.
O professor Stuart Forbes, Diretor Associado do Centro de Medicina Regenerativa MRC, da Universidade de Edimburgo, que é um hepatologista consultor e foi o líder acadêmico do estudo, disse: "A doença hepática está em aumento progressivo no Reino Unido e está no ranking das 5 maiores causas de morte.
Embora o transplante de fígado tenha salvo a vida de milhares de pessoas , o aumento de pacientes que necessitam desse procedimento não acompanha a disponibilidade de órgãos para a doação.
Se conseguirmos encontrar formas de estimular o fígado a se curar, então poderíamos aliviar a pressão sobre listas de espera para transplantes de fígado. "
A doença hepática é o maior assassino em quinto lugar no Reino Unido. Há quase 500 pessoas esperando por um transplante de fígado, em comparação com pouco mais de 300, há cinco anos.
A produção de células de hepatócitos foi aumentada através da alteração da expressão de determinados genes em células do fígado em fase inicial.
Dr. Lucas Boulter, da Universidade de MRC de Edimburgo Centro de Medicina Regenerativa e primeiro autor do estudo, disse: "Esta pesquisa nos ajuda a saber como aumentar o número de células que são necessários para a função saudável do fígado e pode pavimentar o caminho para encontrar drogas que possam ajudar no reparo do fígado.
Compreender o processo no qual as células do fígado são formados é a chave para estudar formas de reparar tecido hepático danificado. "
Dr. Rob Buckle, Chefe de Medicina Regenerativa na MRC, disse: "Transplantes de fígado salvou inúmeras vidas ao longo dos anos, mas a demanda superar a oferta, inevitavelmente, e, a longo prazo nós precisamos olhar além da substituição de tecidos danificados para explorar o potencial regenerativo de o corpo humano. O MRC continua a investir fortemente em toda a amplitude de abordagens que podem proporcionar a promessa de medicina regenerativa, e este estudo abre a possibilidade de aplicar o nosso conhecimento crescente de biologia das células estaminais para estimular o processos de reparação latentes, como um base para a terapia de futuro. "
O estudo foi realizado em colaboração com a Universidade do MRC Centre for Research inflamação, o Instituto Beatson para Pesquisa do Câncer em Glasgow e KULeuven, na Bélgica.

 

Comprovado - A vitamina D dobra a possibilidade de cura no tratamento da hepatite C

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fonte: Grupo Otimismo
www.hepato.com

O "World Journal of Gastroenterology" de dezembro publica a mais recente confirmação do efeito benéfico da inclusão da vitamina D no tratamento da hepatite C ao ser utilizada conjuntamente a utilização do interferon peguilado e ribavirina.

Em fevereiro de 2009 (dois anos atrás) comecei a falar sobre a importância da vitamina D para quem têm uma doença no fígado e durante o mesmo ano comecei a mostrar que aumentando o nível de vitamina D no organismo poderia ser possível aumentar a possibilidade de cura ao realizar o tratamento. Por divulgar os benefícios de uma vitamina e não de um medicamento recebi muitas criticas por parte de médicos, agora, com mais esse estudo todos aqueles que torciam o nariz não acreditando que uma simples e barata vitamina poderia aumentar as possibilidades de cura deverão rever, em beneficio dos infectados, seus conceitos.

O novo estudo foi realizado em Israel para determinar se realmente a adição da vitamina D, um potente imunomodulador, melhora a resposta terapêutica no tratamento da hepatite C.

Proteína interrompe a penetração do vírus da hepatite C nas células

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 Doenças sexualmente transmissíveis, as hepatites B e C, juntas, infectam até sete vezes mais pessoas que o HIV, responsável pela Aids. De acordo com os últimos boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde, enquanto, em 2009, foram registrados 3.409 novos casos de Aids, no mesmo ano, o vírus HBV foi detectado em 14.601 brasileiros; e o HCV, em 9.747. A situação não é diferente no restante do mundo, onde as hepatites são as principais causas de cirrose e câncer hepáticos. Conhecer melhor os mecanismos de ação e inibição desses micro-organismos que passam despercebidos pelo sistema imunológico é o primeiro passo para conseguir erradicar o risco que representam à saúde da população. 

Estudos publicados recentemente buscam, justamente, apresentar à comunidade médica novidades que, no futuro, poderão beneficiar os portadores das hepatites virais. Um deles, que saiu na edição de hoje da revista especializada Nature Medicine, reporta um novo receptor para o HCV, trazendo esperança para as cerca de 170 milhões de pessoas no mundo que estão infectadas pelo vírus. “O tratamento para hepatite C, atualmente, tem pouca eficácia e graves efeitos colaterais, o que torna urgente o desenvolvimento de antirretrovirais”, justifica Kazuaki Chayama, pesquisador do Laboratório de Doenças do Aparelho Digestivo da Universidade de Tóquio, e um dos autores do estudo.


Segundo pesquisa nacional, brasileiro desconhece a hepatite C

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Pesquisa realizada com 1.137 pessoas mostra desinformação tanto de pacientes como de médicos e falta de estrutura para o tratamento da doença


Hepatite: a doença é caracterizada por uma inflamação do fígado, que pode ser causada por infecções (virais, bactérias), pelo uso de álcool, de medicamentos e de drogas ou por doenças hereditárias ou autoimunes (Thinkstock)  O brasileiro desconhece a hepatite C e tem uma percepção errada sobre a doença, segundo revela pesquisa divulgada nesta terça-feira durante o Congresso Brasileiro de Hepatologia, em Salvador. De acordo com os dados, levantados pelo Instituto Datafolha, 51% dos brasileiros não sabem dizer espontaneamente o que é hepatite C. O estudo mostra ainda que 86% dos entrevistados concordam que a maioria das pessoas desconhece a doença e seus efeitos.

 

Projeto de Lei quer incluir a hepatite C na lista de aposentadoria por invalidez

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O Projeto de Lei 02784/2003 do deputado federal  Antônio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP) prevê a inclusão da hepatite C na relação de doenças graves passíveis de aposentadoria por invalidez.
Esse projeto de lei alteraria o artigo 186 da Lei nº 8112  de 11 de dezembro de 1990 que dispõe sobre o regime jurídico dos Servidores públicos da União.
Outra alteração com esse projeto de lei ocorreria também  no artigo 151 da Lei nº 8213 de 24 de junho de 1991 que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social dando outras providências, entre elas a inclusão da hepatite C para requisição de aposentadoria por invalidez.
O Projeto de Lei está em fase de requisição de assinaturas, através de um abaixo-assinado para ser enviada à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal. 
Abaixo segue o endereço que está recolhendo as assinaturas para o Projeto de Lei:

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N11954

Novos estudos sobre o câncer de fígado

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Pesquisadores em diferentes países fizeram um estudo recente sobre o câncer de fígado. O carcinoma hepatocelular (HCC) é um câncer primário de fígado que começa nas células do fígado. Infelizmente as hepatites virais são o  principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma hepatocelular (HCC).
Os estudos recentes examinaram o câncer de fígado em níveis moleculares, o que pode levar a melhores tratamentos desse tipo de câncer, o que representa um alívio potencial  para muitas pessoas que sofrem com a hepatite B e a hepatite C em estágio avançado.
O carcinoma hepatocelular é um tipo de câncer que ocorre quando células do fígado sofrem mutações  em seu DNA - material genético que contém instruções para cada processo químico no corpo.
Mutações no DNA causam alterações nessas intruções, o que pode acarretar o crescimento de células fora do controle, resultando na formação de um tumor cancerígeno.
Os estudos realizados no Japão e em Hong Kong divulgados em julho de 2011 na edição on line da revista Nature Genetics, com pacientes  portadores de hepatite C, apontaram uma melhora na recorrência do câncer com o uso da proteína inibidora CD-24 e a proteína STAT3. 
No mundo todo mais de 500 mil pessoas morrem anualmente de câncer primário de fígado, e é a sétima forma mais comum de câncer no mundo.
Atualmente o carcinoma hepatocelular  é considerado um agente potencialmente fatal para os estágios avançados das hepatites B ou C. 
Através desses novos estudos esse quadro pode ser mudado, com o aprimoramento de novas terapias que melhorarão o prognóstico de câncer primário de fígado.

 Fonte: Hepatitis Central

Hepatite C mata mais de 2 mil pessoas por ano

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Em entrevista ao programa Manhã Maior da Rede TV, o Presidente da ABPH Humberto Silva, que é portador de hepatite C e está em tratamento, falou sobre o perigo da doença que é capaz de passar até 20 anos destruindo o figado de uma pessoa sem dar sinal de sua presença. Humberto Silva falou também sobre sua experiência como portador e como descobriu que estava infectado com o vírus. A entrevista contou também com a presença da médica hepatologista Edna Strauss que falou sobre as diferenças entre as hepatites virais A, B e a C e de uma portadora de hepatite B que estava grávida e não sabia da doença 

Cientistas europeus abrem caminho para vacina efetiva contra hepatite C

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Uma nova descoberta que traz mais uma luz para milhões de portadores da hepatite C em todo o mundo. Uma equipe de cientistas europeus conseguiu produzir pela primeira vez em animais "anticorpos neutralizantes" do vírus da hepatite C (HCV), que abrem caminho para a elaboração de uma vacina contra a doença, comunicou o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) da França.
Em seu estudo publicado na revista americana Science Translational Medicine, os pesquisadores explicam que utilizaram uma nova estratégia baseada no desenvolvimento de estruturas similares às particulas do vírus, mas que não são perigosas porque não contém material genético e não permitem sua expansão.
A novidade deste processo, segundo o comunicado, residiu na criação de pseudo-partículas virais quiméricas construídas com fragmentos de dois vírus diferentes, neste caso, um "retrovírus" de rato coberto com proteínas do HCV.
Graças a este processo, os cientistas, liderados pelo pesquisador David Klatzmann, observaram pela primeira vez em ratos e macacos a produção de anticorpos neutralizantes desse vírus.
Pela primeira vez os anticorpos desenvolvidos tiveram uma atividade de amplo espectro, ou seja, foram capazes de neutralizar diferentes subtipos do HCV.
O CNRS ressaltou que esta tecnologia pode ser aplicada no desenvolvimento de vacinas contra outras infecções, como o vírus da Aids (HIV), dengue e o vírus respiratório sincicial (VRS), principal agente infeccioso da população infantil, causador da bronquite e outras doenças.
A hepatite C é uma inflamação do fígado que no pior dos casos, pode provocar insuficiência hepática ou câncer de fígado, e é transmitida quase sempre por exposição a sangue contaminado, que pode acontecer em casos de transfusões de sangue ou pleo uso de seringas infectadas.
Segundo o CNRS, a doença é um grande problema de saúde pública, uma vez que cerca de 200 milhões de pessoas estão infectadas no mundo e em algumas regiões a taxa de infecção atinge de 10% a 30% da população.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que se não houver uma intervenção rápida para conter sua propagação, a mortalidade causada pela hepatite C poderia superar à provocada pelo HIV, já que os tratamentos existentes são muito caros e pouco acessíveis para os países do sul.
 Fonte: o Estado de S.P.

Novo estudo sobre regressão de fibrose hepática em pacientes co-infectados HCV/HIV

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Um estudo recente feito por cientistas e médicos da Universidade de Brescia na Itália e divulgados na Sexta Conferência do International AIDS Society em Roma mostrou que o tratamento de pacientes co-infectados com os vírus da hepatite C e o HIV, através do uso do Maraviroc (Selzentry) tem reduzido significativamente a fibrose hepática decorrente do vírus da hepatite C.
O Maraviroc é um anti-retroviral que tem como finalidade a inibição do CCR5 (inibidores de citoquinas).
Os cientistas da Universidade de Brescia acreditam que o impacto benéfico do Maraviroc foi devido à sua inibição de CCR5.
Nenhum dos pacientes avaliados estavam tomando alguma medicação referente a terapia da hepatite C e pesquisadores acreditam que o tratamento com Maraviroc poderia oferecer uma opção importante para os pacientes que não respondem ao tratamento da hepatite C.
Quase todos (93%) dos pacientes estavam infectados com o mais difícil genótipo de tratar da hepatite C, os genótipos 1 e 4. Os pesquisadores quiseram ver se o tratamento com Maraviroc levou a melhora da fibrose hepática. Esta foi avaliada da medição da rigidez do fígado usando o Fibroscan no início e após 24 semanas do tratamento.
Após 24 semanas de tratamento nos pacientes co-infectados com HIV e hepatite C (HCV) os parâmetros permaneceram inalterados, e o estágio de rigidez do fígado permaneceu também inalterado em 75% dos pacientes.
Os pesquisadores acreditam que suas descobertas podem abrir uma nova opção de tratamento importante para muitos pacientes co-infectados com o HIV e HCV, já que o uso do Maraviroc apresentou uma diminuição da rigidez do fígado (fibrose) após 24 semanas de tratamento.
Fonte: Aidsmap